A primeira palavra que Naieny falou foi “vaca”. E, para quem cresce cercada por animais, tratores e histórias de família, não poderia haver começo mais bonito. Ao lado dos pais, Natiene e Antônio Carlos, da vovó Lucy e do vovô Tonho do Xande, produtor de leite há quase quarenta anos, Naieny já demonstra muito amor pelo campo. Com apenas um ano e cinco meses, gosta de andar de cavalo com o avô, de ficar perto das
vacas, galinhas e cachorros da fazenda. “Aqui, ela cresce vendo o cuidado com os animais, a lida com a terra e o valor do trabalho em família”, conta a mãe, orgulhosa.
A Cooperabaeté faz parte dessa história desde o início. Foi no supermercado da Cooperativa que Natiene e Antônio Carlos se conheceram. Ela trabalhava como caixa; ele, cooperado, passava sempre por lá. Do encontro nasceu uma história de amor, construída com afeto, trabalho e parceria. Hoje, a Cooperabaeté segue presente na vida da família, compartilhando o mesmo espírito de união e confiança que move o campo.

Para o avô, a chegada de Naieny trouxe uma nova luz para os dias de trabalho. “Ela distrai a gente, alegra o dia. Eu fico pensando nela o tempo todo. Quando ela vai lá em casa, é uma festa. Gosta de ver o trator, de andar comigo. Fica toda alegre, gritando ‘vovô, vovô!’.”
A mãe se emociona ao ver a ligação da filha com os avós. “Eu só conheci minha avó paterna. Então, ver a Naieny crescer com o Tonho, Dona Lucy e com meu pai é uma satisfação enorme. O que eu não tive, ela tem. E
isso não tem preço. Às vezes, a gente pensa em dar brinquedos, roupas, coisas boas, mas o mais importante é o amor que ela recebe. Isso é o que fica”, avalia.
Neste mês de outubro, a Cooperabaeté celebra a infância com essa homenagem simples e verdadeira: o sorriso de Naieny, que representa todas as crianças do campo, sementes de amor e esperança que fazem o futuro
florescer.
Postado por: Renato Alves




