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	<title>Artigos Técnicos &#8211; Cooperabaeté</title>
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	<description>Uma Cooperativa que Fazemos Juntos</description>
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	<title>Artigos Técnicos &#8211; Cooperabaeté</title>
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		<title>Excelência na Qualidade &#8211; Tecnologias para Fazer Acontecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 13:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais do que um ideal técnico, a qualidade do leite tornou-se uma condição indispensável para a sustentabilidade da pecuária moderna. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que um ideal técnico, a qualidade do leite tornou-se uma condição indispensável para a sustentabilidade da pecuária moderna. Hoje, o desafio não está mais em conhecer a teoria, mas em aplicá-la de forma consistente na rotina das fazendas. Nesse sentido, a CCPR disponibiliza um conjunto de ferramentas que orientam o produtor rumo à excelência: o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), os testes para monitoramento da mastite (CCS e CMT), a cultura microbiológica, o teste de detecção de resíduos de antibióticos, além da assistência técnica e dos treinamentos contínuos.</p>
<p>O Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) é o alicerce da eficiência produtiva, permitindo padronizar procedimentos, definir responsabilidades e monitorar indicadores como CCS, CPP, teor de gordura e proteína do<br />
leite. Com ele, a fazenda passa a ter controle real dos processos, garantindo rastreabilidade e melhoria contínua dos resultados. Estudos mostram que propriedades com gestão estruturada obtêm redução consistente da CCS e da CPP, refletindo em leite de melhor qualidade e vacas mais saudáveis.</p>
<p>Entre as ferramentas práticas, destaca-se a análise da contagem de células somáticas (CCS), tanto do leite do tanque quanto individual das vacas. Valores abaixo de 200 mil células/mL indicam rebanhos saudáveis,<br />
maior rendimento industrial e vida produtiva mais longa. O CMT, por sua vez, auxilia na identificação de vacas com mastite subclínica, facilitando o manejo preventivo. Já os testes de detecção de antibióticos são fundamentais para garantir que o leite esteja livre de resíduos e em conformidade com a legislação. É uma prática de autocontrole que evita prejuízos e assegura a confiança do consumidor.</p>
<figure id="attachment_14148" aria-describedby="caption-attachment-14148" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tecnologia-agronegocio-cooperabaete-2-681x1024.jpg" alt="" width="681" height="1024" class="size-large wp-image-14148" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tecnologia-agronegocio-cooperabaete-2-681x1024.jpg 681w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tecnologia-agronegocio-cooperabaete-2-200x300.jpg 200w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tecnologia-agronegocio-cooperabaete-2-768x1154.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tecnologia-agronegocio-cooperabaete-2.jpg 771w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /><figcaption id="caption-attachment-14148" class="wp-caption-text">Figura 1. Excelência na qualidade: tecnologias disponíveis pela CCPR para fazer acontecer.</figcaption></figure>
<p>A assistência técnica exerce papel central nesse processo. Mais do que visitas esporádicas, é preciso acompanhamento contínuo e uma mudança de atitude dentro da fazenda. Técnicos capacitados orientam sobre<br />
boas práticas de ordenha, higiene, manejo sanitário e controle de infecções, promovendo responsabilidade compartilhada entre todos os membros da equipe. </p>
<p>A cultura da qualidade nasce quando o produtor e os funcionários compreendem o “porquê” das ações, e não apenas o “como fazer”. Pesquisas mostram que o engajamento da equipe de ordenha e da gestão tem<br />
impacto direto na redução de CCS e CPP. Por isso, os treinamentos periódicos são indispensáveis, o elo entre teoria e prática. Cursos sobre higiene, manejo, bem-estar animal, biosseguridade, uso racional de antibióticos e manutenção de equipamentos consolidam rotinas mais seguras e eficientes.</p>
<p>Seguir o protocolo MRST (Marcar, Registrar, Separar e Tratar corretamente as vacas medicadas), respeitar períodos de carência e manter equipamentos em bom estado são atitudes que sustentam um sistema de<br />
qualidade sólido e duradouro.</p>
<p>A excelência na produção de leite não surge de ações isoladas, mas da constância no cuidado diário. Cada análise de CCS, cada decisão sobre manejo, cada treinamento e cada medida preventiva são passos concretos<br />
rumo à excelência. A integração entre tecnologia, gestão e atitude humana é o que sustenta um sistema sólido e duradouro.</p>
<p>Aqualidade não é uma meta que se alcança e se encerra. É um processo dinâmico, que exige vigilância, aprendizado e compromisso todos os dias. Em outras palavras: alcançar a excelência é possível. Mantê-la, porém, depende de atitude, disciplina e gestão. </p>
<p>Ou, como resume a própria filosofia da CCPR: “Não basta saber o que fazer. É preciso fazer acontecer.”</p>
<p><strong>Postado por: Renato Alves</strong></p>
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		<title>Uso de Antibióticos: Responsabilidade e Consequências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 17:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os antibióticos têm papel essencial na pecuária leiteira, principalmente no tratamento de infecções como a mastite &#8211; uma das doenças [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os antibióticos têm papel essencial na pecuária leiteira, principalmente no tratamento de infecções como a mastite &#8211; uma das doenças mais  comuns e onerosas do setor. Quando utilizados de forma correta, eles asseguram o bem-estar animal, a qualidade do leite e a sustentabilidade da atividade. No entanto, o uso indevido, excessivo ou sem critério técnico representa sérios riscos à saúde dos rebanhos, das pessoas e<br />
do meio ambiente.</p>
<p>O uso incorreto desses medicamentos pode gerar resistência microbiana, reduzindo a eficácia dos tratamentos tanto em animais quanto em humanos. Essa resistência surge quando as bactérias são expostas repetidamente a doses inadequadas de antibióticos, tornando-se cada vez mais difíceis de eliminar. Além disso, há o risco de resíduos no leite, principalmente quando não se respeita o período de carência após o tratamento. Isso ocorre por falhas no protocolo conhecido como MRST (Marcação, Registro, Separação e Tratamento), que orienta o controle rigoroso das vacas medicadas.</p>
<p>Outro impacto importante é o ambiental: antibióticos e bactérias resistentes podem ser excretados pelos animais e atingir o solo e a água, disseminando genes de resistência que alteram o equilíbrio da microbiota ambiental e retornam ao ciclo alimentar. No campo econômico, o uso incorreto também traz prejuízos: falhas nos tratamentos, descarte de leite contaminado, aumento da mortalidade e dos custos com medicamentos alternativos.</p>
<p>Para evitar esses problemas, o uso responsável dos antibióticos deve seguir princípios básicos:</p>
<p>Prescrição e supervisão veterinária: os medicamentos só devem ser usados sob orientação de um médico-veterinário, com diagnóstico clínico e, preferencialmente, laboratorial. </p>
<p>Tratamento direcionado: sempre que possível, deve-se identificar o agente causador da infecção e testar sua sensibilidade, evitando tratamentos empíricos e desnecessários.</p>
<p>Cumprimento da bula e do período de carência: registrar o início e o fim do tratamento e garantir o descarte do leite até o fim da carência são medidas essenciais para impedir contaminações.</p>
<p>Medidas preventivas: boas práticas de manejo, higiene na ordenha, vacinação, controle de mastite e protocolos de biosseguridade ajudam a reduzir o uso de medicamentos.</p>
<p>Educação continuada: capacitar produtores, ordenhadores e técnicos sobre os riscos do uso incorreto e a importância da saúde única — que integra o bem-estar humano, animal e ambiental.</p>
<p>Sob essa perspectiva, o uso irracional de antibióticos é um problema global. Bactérias resistentes podem ser transmitidas por contato com os animais, por meio da água, do solo ou de alimentos contaminados. Além de colocar em risco a saúde pública, isso reduz as opções de tratamento disponíveis, eleva custos e prolonga internações.</p>
<p>Portanto, garantir o uso responsável de antibióticos nas vacas leiteiras não requer novas descobertas, mas sim o cumprimento rigoroso do básico: prevenir doenças, tratar apenas quando necessário, respeitar a carência e manter registros confiáveis.</p>
<p>A legislação brasileira (IN nº 162/2022) também reforça esse compromisso, definindo os antimicrobianos proibidos para vacas em lactação, com o objetivo de proteger o consumidor e fortalecer a imagem da cadeia do leite como um setor saudável, seguro e sustentável.</p>
<p>Quadro 1. Relação de antimicrobianos (Insumos Farmacêuticos Ativos &#8211; IFA) que não têm aprovação de uso em vacas produtoras de leite para consumo humano, segundo a IN 162 (2022).</p>
<p><img decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/medicamentos-veterinarios-dicas-uso-2.jpg" alt="" width="990" height="393" class="aligncenter size-full wp-image-14135" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/medicamentos-veterinarios-dicas-uso-2.jpg 990w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/medicamentos-veterinarios-dicas-uso-2-300x119.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/medicamentos-veterinarios-dicas-uso-2-768x305.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/medicamentos-veterinarios-dicas-uso-2-800x318.jpg 800w" sizes="(max-width: 990px) 100vw, 990px" /></p>
<p>Portanto, fique atento e aplique o checklist (Figura 1) para verificar se as Boas Práticas estão sendo implementadas! Os antibióticos são importantes, precisamos preservá-los e usá-los só quando necessário,<br />
pois, a resistência está aí e é um problema muito sério!</p>
<figure id="attachment_14136" aria-describedby="caption-attachment-14136" style="width: 762px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/medicamentos-veterinarios-dicas-uso-3.jpg" alt="" width="762" height="889" class="size-full wp-image-14136" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/medicamentos-veterinarios-dicas-uso-3.jpg 762w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/medicamentos-veterinarios-dicas-uso-3-257x300.jpg 257w" sizes="(max-width: 762px) 100vw, 762px" /><figcaption id="caption-attachment-14136" class="wp-caption-text">Checklist de Boas Práticas no uso de antibióticos na atividade leiteira. Fonte: Cerqueira (2025).</figcaption></figure>
<p><strong>Postado por: Renato Alves</strong></p>
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		<title>Produtos Veterinários: Uso Responsável e Consequências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 15:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos sabemos dos impactos e das perdas econômicas para os produtores de leite devido aos parasitos internos e externos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabemos dos impactos e das perdas econômicas para os produtores de leite devido aos parasitos internos e externos de bovinos. Estamos nos referindo às verminoses e outras parasitoses internas, além de infestações causadas principalmente por carrapatos, bernes e moscas (parasitos externos). Para reduzir o impacto destas parasitoses, precisamos utilizar produtos veterinários como vermífugos e produto ectoparasiticidas, para o controle de vermes, carrapatos, bernes, entre outros. </p>
<p>É importante destacar que o uso destes produtos veterinários, em especial de endoparasiticidas (para vermes e parasitas internos) e ectoparasiticidas (para carrapatos, piolhos e moscas), é essencial para garantir a sanidade animal e produtividade das propriedades rurais. No entanto, o uso excessivo, indiscriminado ou incorreto desses produtos pode trazer sérias consequências para os animais, produtores,  consumidores e para o meio ambiente. Por isto, destacamos que o uso destes medicamentos deve ser responsável, racional e sob orientação técnica.</p>
<p>E por que estes medicamentos devem ser usados de forma responsável? Para responder esta pergunta, é importante destacar alguns aspectos. O primeiro deles é que a legislação brasileira (Instrução Normativa no 162/2022 (Brasil, 2022) estabelece o Limite Máximo de Resíduos (LMR) no leite para os medicamentos que podem ser usados e para aqueles que não podem ser utilizados em animais produtores de leite para consumo humano. Recomenda-se atenção quanto aos produtos que não têm autorização de uso em vacas produtoras de leite para consumo.</p>
<p>Além da questão legal, as consequências de uso indiscriminado destes medicamentos geram problemas aos produtores, indústrias e consumidores. Para os produtores, destacamos: a) perda de eficácia dos produtos devido à resistência dos parasitos e com isto, falhas no controle de carrapatos e moscas e riscos de doenças como a tristeza parasitária bovina (babesiose e anaplasmose); b) aumento dos custos de tratamentos,<br />
pois é preciso usar mais produtos ou associar moléculas para garantir um controle eficiente; c) perdas produtivas por falhas no controle (reduão da produção de leite, do ganho de peso, da fertilidade, etc.)</p>
<p>No caso das indústrias de laticínios, os problemas do uso irresponsável destes produtos veterinários estão relacionados a riscos de problemas com resíduos no leite e em derivados lácteos, por: a) ocorrência de não conformidades, recebimento de autos de infração e ainda, o comprometimento de possíveis exportações e; b) rejeição e não liberação de lotes de leite por presença de resíduos de princípios ativos destes medicamentos acima dos limites máximos permitidos. Para os consumidores, os principais problemas decorrem de: a) risco à saúde pelo consumo de alimentos com resíduos destes medicamentos; e b) desconfiança sobre a segurança dos produtos de origem animal.</p>
<p>Para evitar estes problemas, é necessário que os medicamentos sejam usados corretamente. As ações para o sucesso do controle dos parasitos internos e externos incluem:</p>
<p>1. Diagnóstico prévio: o uso de qualquer antiparasitário deve ser precedido de exames laboratoriais como: a) contagem de ovos por grama de fezes (OPG) para endoparasitos (vermes); b) monitoramento da infestação de carrapatos (contagens de carrapatos em pontos específicos do corpo); c) Testes de biocarrapaticitograma para avaliação da postura de carrapatos e da viabilidade dos ovos).</p>
<p>2. Escolha do medicamento: deve considerar: a) o parasito a ser controlado; b) a fase de vida do parasito; c) o histórico de eficácia na propriedade; d) se o produto é permitido para uso em vacas produtoras de leite para</p>
<p>consumo humano, conforme a legislação brasileira. 3. Respeito ao período de carência: todos os medicamentos possuem um período de carência que deve ser respeitado para garantir que não seja veiculado resíduos no leite.</p>
<p>4. Dosagem correta e aplicação adequada: é essencial destacar que a subdosagem favorece a resistência e que o método de aplicação no caso do controle de carrapatos (banho de imersão, pour-on, injetável, oral) deve seguir as instruções do fabricante e orientação técnica.</p>
<p>É muito importante e recomendado que toda propriedade tenha um programa sanitário que inclua, além das vacinações dos animais, um  planejamento sanitário de controle de endo e de ectoparasitos. Para isto, o médico veterinário deve ser consultado, para que todos os protocolos possam ser desenvolvidos, especificamente, para a situação de cada propriedade.</p>
<p>Não se pode esquecer de que o uso de produtos para controle de endoparasitos (vermes e protozoários) e de ectoparasitos (principalmente carrapatos, bernes e moscas) sem aprovação para uso em vacas produtoras de leite para consumo humano (Quadro 1) pode resultar em grave problema para o produtor por colocar em risco a obtenção de leite seguro, com risco de veiculação de resíduos que podem causar sérios agravos à saúde humana. </p>
<p>Quadro 1. Relação de endo e ectoparasiticidas não aprovados parauso em vacas produtoras de leite para consumo (IN 162/2022).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tabela-uso-medicamento-veterinario.jpg" alt="" width="864" height="786" class="aligncenter size-full wp-image-14092" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tabela-uso-medicamento-veterinario.jpg 864w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tabela-uso-medicamento-veterinario-300x273.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tabela-uso-medicamento-veterinario-768x699.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/tabela-uso-medicamento-veterinario-800x728.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 864px) 100vw, 864px" /></p>
<p><strong>Publicado por: Renato Alves</strong><em></p>
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		<item>
		<title>O Valor da Prevenção: Efeitos na Sanidade e na Qualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 19:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ditado popular “Prevenir é melhor do que remediar” é muito conhecido e na atividade leiteira, ele é também muito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ditado popular “Prevenir é melhor do que remediar” é muito conhecido e na atividade leiteira, ele é também muito importante. Estudos demonstram que o custo da adoção de medidas preventivas é muito menor do que aquele decorrente, por exemplo, do tratamento de doenças.</p>
<p>Entender o que é prevenção é importante e no contexto da produção leiteira, estamos nos referindo ao conjunto de práticas planejadas para impedir ou reduzir a ocorrência de doenças e garantir a saúde do rebanho e a produção de leite seguro e com qualidade. A prevenção abrange o atendimento de um calendário sanitário, o planejamento nutricional e dieta equilibrada, práticas adequadas de manejo que garantam bem-estar<br />
animal, saúde de glândula mamária (baixa CCS), baixa CPP, altos teores de gordura, proteína, sólidos desengordurados e totais, ausência de resíduos de antimicrobianos no leite, temperatura correta de estocagem do leite, além de protocolos de biosseguridade.</p>
<p>Quando ocorrem falhas na prevenção, temos riscos de surgimento de emergências como, por exemplo, surtos de mastite clínica, aborto por brucelose, casos de tuberculose, aumento dos casos de mastite subclínica (CCS &gt; 200.000 cels/mL no leite das vacas),  aumento de CPP, detecção de resíduos de antimicrobianos no leite e consequentemente, descarte de leite e perdas econômicas significativas.</p>
<p>A biosseguridade é a base da prevenção e envolve práticas como quarentena de novos animais, controle de visitas e veículos, higienização rigorosa e descarte correto de resíduos contaminados. Falhas nestes controles podem comprometer os resultados da fazenda, levando às emergências, em que os custos são muito mais altos.</p>
<p>Doenças como brucelose e tuberculose são zoonoses graves, de notificação obrigatória, que exigem vacinação, controle de roedores, testes periódicos, isolamento e eliminação de animais reagentes. Já a mastite, de grande impacto econômico, requer manejo cuidadoso na ordenha, cultura microbiológica, controle individual de CCS, segregação e descarte técnico de vacas crônicas.</p>
<p>Outra medida importante refere-se à manutenção do rebanho fechado, ou seja, evitar adquirir animais de outros rebanhos sem saber o real estado sanitário deles. Esta é uma medida estratégica que evita<br />
a introdução de patógenos e reforça o compromisso com a sanidade e a sustentabilidade da atividade leiteira. Prevenir continua sendo o melhor caminho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-14041" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cooperacao-qualidade-786x1024.jpg" alt="" width="786" height="1024" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cooperacao-qualidade-786x1024.jpg 786w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cooperacao-qualidade-230x300.jpg 230w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cooperacao-qualidade-768x1000.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cooperacao-qualidade-800x1042.jpg 800w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cooperacao-qualidade.jpg 900w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /></p>
<p>Quando não implantamos ações preventivas, prejuízos significativos ocorrem por redução na produção de leite e alteração em sua qualidade, perdas de bonificação, descarte precoce de vacas, abortos e outros problemas reprodutivos, custos com tratamento com antimicrobianos, mão-de-obra extra e descarte de leite. Riscos à saúde pública por transmissão de brucelose e tuberculose para o homem, além de problemas<br />
de resistência microbiana pelo uso irracional de antimicrobianos ainda podem ocorrer.</p>
<p>Portanto, se ligue! “Prevenir é melhor do que remediar” e o custo é bem menor.</p>
<p><em><strong>Publicado por: Renato Alves</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Treinamentos: Impactos na Qualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 19:09:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A importância de ações padronizadas e de treinamentos para os funcionários na produção de leite não pode ser subestimada. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A importância de ações padronizadas e de treinamentos para os funcionários na produção de leite não pode ser subestimada. A obtenção de leite seguro e de alta qualidade é um objetivo essencial, tanto para a saúde pública, quanto para a competitividade do mercado de laticínios.</p>
<p>Primeiramente, as ações padronizadas garantem que todos os procedimentos de produção sejam realizados de forma consistente. Isso inclui desde a ordenha das vacas até o armazenamento e transporte do leite. A padronização minimiza os riscos de contaminação e garante que o leite mantenha suas propriedades nutricionais e sensoriais. Sem essas práticas, a variabilidade no processo pode levar a produtos de qualidade inferior ou, ainda, inseguros para o consumo.</p>
<p>Além disso, treinamentos regulares para os funcionários são cruciais. O treinamento não apenas educa os trabalhadores sobre as melhores práticas de higiene e manuseio, mas também os capacita a identificar e solucionar possíveis problemas rapidamente. Funcionários bem treinados estão mais aptos a seguir protocolos rigorosos e a responder eficazmente a situações imprevistas, reduzindo o risco de erros que poderiam comprometer a segurança e a qualidade do leite.</p>
<p>A combinação de ações padronizadas e treinamento contínuo promove uma cultura de qualidade e segurança dentro da fazenda. Isso não só melhora a moral e o desempenho dos funcionários, mas também melhora os resultados da fazenda. Um compromisso com a excelência em cada etapa da produção de leite resulta na obtenção de leite seguro e com a melhor qualidade.</p>
<p>A produção de leite seguro e de alta qualidade é essencial não apenas para garantir a saúde dos consumidores, mas também para manter a sustentabilidade e a competitividade da indústria de laticínios. Portanto, os dois elementos fundamentais para alcançar esse objetivo são a implementação de ações padronizadas e a realização de treinamentos contínuos para os funcionários.</p>
<p>Os tópicos essenciais dos treinamentos necessários para garantir a excelência na produção de leite devem incluir:</p>
<p>1. Ações padronizadas: práticas estabelecidas que todos os funcionários devem seguir para garantir a consistência na produção de leite. A padronização de procedimentos ajuda a minimizar variações no processo produtivo, o que é crucial para manter a qualidade do leite. Entre as principais ações padronizadas, podemos destacar:</p>
<p>a. Limpeza e desinfecção dos equipamentos: essencial para evitar contaminações em ordenhadeiras, tanques e utensílios;<br />
b. Controle de Temperatura: monitoramento contínuo para evitar proliferação de microrganismos;<br />
c. Processo de ordenha: higienização das mãos, pré e pós-dipping e secagem correta dos tetos para prevenir astite e outras infecções.</p>
<p>2. Treinamentos regulares e abrangentes: são fundamentais para capacitar os funcionários a executar suas tarefas de acordo com os padrões exigidos. Eles garantem que os funcionários estejam atualizados sobre as melhores práticas para garantir segurança e qualidade do leite.</p>
<p>Os tópicos essenciais dos treinamentos incluem:</p>
<p>a. Higiene pessoal e segurança alimentar: abrange práticas de higiene pessoal, como a lavagem das mãos e o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), além de técnicas para reduzir o risco de contaminação;</p>
<p>b. Técnicas de ordenha: manejo correto de ordenha, incluindo a preparação das vacas, as desinfecções dos tetos e a manutenção de um ambiente limpo e seguro na sala de ordenha;</p>
<p>c. Manutenções preventivas e corretivas de equipamentos: limpeza, desinfecção e manutenção periódica dos equipamentos de ordenha e de tanques refrigeradores, garantindo que<br />
estejam sempre em condições ideais de uso;</p>
<p>d. Monitoramento de qualidade: instruções sobre como realizar testes de qualidade do leite, como a medição de temperatura da água, do pH das soluções de limpeza (detergentes) e concentração de cloro (desinfetante), cultura microbiológica na fazenda para identificar patógenos causadores de mastite e avaliar a real necessidade de uso de antibióticos;</p>
<p>e. Gestão de resíduos: práticas adequadas para a gestão e descarte de resíduos, incluindo esterco e águas residuais, para minimizar o impacto ambiental e manter a higiene da propriedade;</p>
<p>f. Protocolo MRST: marcar vacas tratadas com antibióticos, registrar os tratamentos, separar as vacas tratadas das sadias e fazer o tratamento conforme orientação da bula. Importante orientar como fazer o tratamento e sobre a importância de ordenhar os animais tratados por último, descartando o leite de toda vaca, segundo período de carência descrito nas bulas.</p>
<p>É importante destacar que a adoção de ações padronizadas e a implementação de treinamentos regulares reduzem as contaminações e asseguram que o leite produzido mantenha qualidade, independentemente de fatores externos, como mudanças na equipe de funcionários. Além disto, resultam em processos de produção mais eficientes, reduzindo desperdícios e melhorando a produtividade e a confiança do produtor em seu processo produtivo.</p>
<p>Estudo realizado por Rodriguez et al. (2024) com 112 funcionários de 16 fazendas leiteiras americanas demonstraram um impacto positivo dos treinamentos nas práticas relacionadas às rotinas de ordenha e na qualidade do leite.</p>
<p>Atenção, produtor! Invista na capacitação na capacitação da sua equipe! Treinamentos regulares garantem processos corretos e padronizados, resultando em um leite de melhor qualidade e maior rentabilidade para sua fazenda.</p>
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		<title>Antibiótico: Consequências Pelo Uso imprudente e Desnecessário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 15:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os antibióticos são medicamentos muito importantes para o tratamento de doenças no homem e nos animais. Para que eles sejam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os antibióticos são medicamentos muito importantes para o tratamento de doenças no homem e nos animais. Para que eles sejam eficientes na eliminação das infecções, é preciso usá-los de forma responsável e prudente. Por outro lado, quando os utilizamos sem critérios e desnecessariamente, sérias consequências podem ocorrer por afetar a saúde única, ou seja, a saúde do homem, dos animais e do meio ambiente. Grandes prejuízos para os produtores e indústrias de laticínios também podem acontecer e a indústria de laticínios não pode utilizar, em hipótese alguma, leite contendo resíduos de antibióticos.</p>
<p>Com o uso indiscriminado e desnecessário de antibióticos nas vacas, o risco de veiculação de resíduos destes medicamentos aumenta. A ingestão de leite com resíduos de antibióticos pode ter várias consequências, especialmente relacionadas à saúde e à resistência microbiana. Os riscos à saúde decorrem por: a) reações alérgicas ou tóxicas por ingestão deste leite com resíduos pelos consumidores; b) impacto na resistência microbiana.</p>
<p>O uso indiscriminado de antibióticos no tratamento das vacas pode resultar em resíduos no leite. O consumo de leite com esses resíduos pode contribuir para o desenvolvimento de resistência microbiana, tornando os antibióticos menos eficazes no tratamento de infecções. Com isto, populações de bactérias altamente resistentes podem surgir, tornando os tratamentos ineficazes. Isto acontece tanto no tratamento de doenças do homem e dos animais e um exemplo, no caso de vacas leiteiras, é o insucesso no tratamento de mastite clínica. Várias bactérias como, por exemplo, Staphylococcus aureus tem se tornado resistente ou multirresistente aos antibióticos. Com isto, o tratamento não funciona e os prejuízos são maiores pelo risco de contaminação de outros animais por esta bactéria, o que aumenta a CCS do leite.</p>
<p>A resistência microbiana ocorre quando microrganismos, como por exemplo, as bactérias se tornam resistentes à ação de medicamentos antimicrobianos, como os antibióticos. Isso compromete a eficácia do tratamento e pode levar a consequências graves como: a) dificuldade no combate à infecção: os antibióticos normalmente utilizados no tratamento deixam de ser eficazes e isto torna o combate à infecção mais difícil e demorado; b) piora no quadro clínico: a resistência bacteriana pode resultar em piora no estado de saúde do paciente (homem ou animal) e ainda comprometer o sucesso de cirurgias ou quimioterapia pela ausência de antibióticos que sejam eficazes.</p>
<p>Precisamos entender que a resistência microbiana representa uma ameaça global à saúde pública, exigindo ações coordenadas para preservar a eficácia dos medicamentos e proteger a saúde única. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023), estima-se que: a) a resistência microbiana foi responsável por 1,27 milhão de mortes globais em 2019 e que contribuiu para 4,95 milhões de mortes; b) o uso indevido e excessivo de antimicrobianos em humanos, animais e plantas são os principais impulsionadores no desenvolvimento de patógenos resistentes a medicamentos; c) além da morte e da invalidez, a resistência pode resultar em custos adicionais de saúde de 1 trilhão de dólares até 2050 e segundo O’Neil (2016), se nada for feito, ocorrerão 10 milhões de mortes por ano devido à resistência em 2050. O problema é sério e precisamos refletir.</p>
<p>Portanto, o uso irresponsável de antibióticos na produção de leite pode ter consequências significativas também para a indústria de laticínios. No caso dos produtores, as perdas decorrem dos gastos com medicamentos e mão-de-obra e do descarte do leite. A indústria perde por não poder utilizar esse leite no processamento tecnológico e por ter que incinerar todo leite do caminhão positivo para resíduo de antibiótico. O leite positivo de uma fazenda contamina o leite de todos os outros produtores no compartimento deste caminhão e o prejuízo é ainda maior. Assim, além do sério problema de saúde pública, o uso imprudente e desnecessário aumenta os riscos de veiculação e as perdas econômicas.</p>
<p>Para evitar estes problemas, é preciso usar os antibióticos somente quando necessário e sob a orientação de um médico veterinário. Estamos falando de uso racional e ainda do uso de ferramentas para a tomada de decisões. Adotar o programa de Boas Práticas Agropecuárias com foco em garantir a saúde animal é primordial. Quando necessário e no caso de tratamento de mastite clínica, por exemplo, é muito importante realizar a cultura microbiológica tradicional em laboratório ou na fazenda. Ela permite identificar se há presença de alguma bactéria e se realmente é preciso usar o antibiótico.</p>
<p>Com o uso da cultura, pode-se reduzir em 50 a 60% o uso de antibióticos na fazenda. Isto leva a economia e reduz o risco de aumento da resistência microbiana. Quando tratarmos, não podemos nos esquecer de seguir o protocolo MRST (Marcar as vacas tratadas, Registrar os tratamentos, Separar as vacas tratadas e Tratar os animais seguindo as orientações da bula, descartando o leite de toda vaca de acordo com o período de carência do medicamento.</p>
<p>Portanto, fique atento Produtor! Procure orientação técnica e use o antibiótico apenas quando for realmente necessário. Do seu uso consciente, depende a garantia da saúde única e da produção de leite seguro!</p>
<p><em><strong>Postado por: Renato Alves</strong></em></p>
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		<title>Brasil: CCS Aumentando e Como Está a do Leite de Sua Fazenda?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 19:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em fevereiro de 2024, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) atualizou os dados de qualidade do leite do país, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em fevereiro de 2024, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) atualizou os dados de qualidade do leite do país, apresentando os resultados gerais, por região e/ou por Estado.</p>
<p>Ao analisarmos os dados, verificamos que embora a CPP (contagem padrão em placas) do leite esteja diminuindo significativamente, a contagem de células somáticas (CCS) tem aumentado (Fig. 1).</p>
<p>sto é preocupante porque, no melhor cenário, em algumas regiões, valores entre 450.000 e 500.000 cels/mL têm se mantido, sem redução.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13310 aligncenter" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/06/indicador-nacional-ccs-leite-cooperabaete.jpg" alt="" width="744" height="742" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/06/indicador-nacional-ccs-leite-cooperabaete.jpg 744w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/06/indicador-nacional-ccs-leite-cooperabaete-300x300.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/06/indicador-nacional-ccs-leite-cooperabaete-150x150.jpg 150w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/06/indicador-nacional-ccs-leite-cooperabaete-320x320.jpg 320w" sizes="auto, (max-width: 744px) 100vw, 744px" /></p>
<p>Em Minas Gerais e Goiás, por exemplo, as médias geométricas de CCS do leite em 2024 variaram de 469.000 a &lt; 554.000 cels/mL e de 384.000 a &lt; 469.000 cels/mL, respectivamente.</p>
<p>Em outros Estados, a CCS média foi mais alta, com valores de 554.000 a &lt; 639.000 cels/mL em Santa Catarina e de 639.000 a 724.000 cels/mL no Rio Grande do Sul (Fig. 2).</p>
<p>Diante desta realidade, é importante alertar os produtores sobre o cenário geral do país e para a necessidade de avaliar como está a CCS de suas fazendas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13311 aligncenter" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/06/indicadores-nacionais-ccs-leite-cooperabaete.jpg" alt="" width="752" height="699" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/06/indicadores-nacionais-ccs-leite-cooperabaete.jpg 752w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/06/indicadores-nacionais-ccs-leite-cooperabaete-300x279.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 752px) 100vw, 752px" /></p>
<p>Contagens elevadas significam mais redução na produção de leite e perdas de bonificação pelos efeitos da mastite subclínica nos demais parâmetros de qualidade de leite. Pode representar, também, mais casos de mastite clínica pela evolução da forma subclínica para clínica, mais gastos com medicamentos e, com isto, maior risco de veiculação de resíduos de antibióticos.</p>
<p>Precisamos destacar que é preciso monitorar esta doença e, para isto, há muitas ferramentas disponíveis. Ações importantes essenciais incluem: realizar a CCS individual do leite das vacas no dia da pesagem do leite, todo mês, realizar a cultura microbiológica nos casos de mastite clínica e de mastite subclínica e fazer o tratamento de vaca seca.</p>
<p>Com este monitoramento, sabemos como está a saúde da glândula mamária das vacas e quem está causando as mastites na fazenda. A partir daí, podemos: implementar linha de ordenha (ordenhando primeiro as vacas sadias), segregar vacas com bactérias contagiosas, secar e tratar vacas infectadas e com DEL avançado (dias em lactação) e até mesmo, decidir pelo descarte. Para tudo, no entanto, precisamos usar as ferramentas e monitorar.</p>
<p>Portanto, fique atento Produtor! Avalie, todo mês, a CCS do leite do seu tanque e use as ferramentas para monitorar e controlar a mastite para evitar perdas e prejuízos!</p>
<p><em><strong>Publicado por: Renato Alves</strong></em></p>
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		<item>
		<title>Sustentabilidade: Estamos Atentos em Relação à Atividade Leiteira?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 13:56:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A sustentabilidade é um assunto cada vez mais valorizado e demandado em todas as áreas e no mundo todo. Nas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sustentabilidade é um assunto cada vez mais valorizado e demandado em todas as áreas e no mundo todo. Nas fazendas produtoras de leite não é diferente, e a sustentabilidade é fundamental para garantir a saúde do ecossistema e a viabilidade a longo prazo do negócio. Neste mês, vamos tratar de alguns pontos relacionados à sustentabilidade em fazendas leiteiras que precisamos estar atentos.</p>
<p>Vários aspectos são importantes e uma das ações cruciais refere-se a alguns que nem sempre estamos atentos no dia a dia da atividade. Estamos falando, por exemplo, da proteção de nascentes que preserva a qualidade da água, recurso natural vital imprescindível para a produção de leite. Esta proteção envolve a implementação de cercas para proteger as áreas de nascentes, o plantio de vegetação nativa ao redor dessas áreas e a manutenção de matas ciliares para evitar a contaminação da água que pode impactar na saúde dos animais, do homem e na qualidade do leite.</p>
<p>Além disso, o uso racional da água na atividade leiteira é essencial para a sustentabilidade. Isso inclui a adoção de práticas de irrigação eficientes, como gotejamento e micro aspersão, para minimizar o desperdício de água. Também é muito importante investir em tecnologias que permitam a reutilização da água, como sistemas de captação de água da chuva e tratamento de efluentes, para reduzir o consumo de água potável e minimizar o impacto ambiental.</p>
<p>É importante destacar que a adoção de práticas sustentáveis, como por exemplo, proteção de nascentes, uso racional da água e garantia da qualidade da água têm benefícios relacionados à atividade leiteira.</p>
<p>Assim, as práticas relacionadas à água nas fazendas leiteiras desempenham um papel crucial na qualidade do leite produzido. A proteção das nascentes é essencial, pois garante a disponibilidade contínua de água limpa para os animais e a limpeza adequada das instalações, contribuindo diretamente para a qualidade do leite. Além disso, o uso racional da água reduz o desperdício e promove a eficiência no manejo dos recursos hídricos, refletindo-se em um ambiente mais sustentável e na economia de custos para o produtor.</p>
<p>O uso de água não contaminada e com qualidade na produção e na higienização dos equipamentos também é fundamental para garantir a baixa Contagem Padrão em Placas (CPP), ou seja, a baixa contagem bacteriana do leite. Por outro lado, o uso de água contaminada pode afetar a saúde da glândula mamária das vacas, pelo maior risco de aumento da Contagem de Células Somáticas (CCS) e maior número de casos de vacas com mastite subclínica (&gt; 200.000 cels/ mL), além de mais animais com mastite clínica.</p>
<p>Desta forma, práticas conscientes de gestão da água não apenas beneficiam o meio ambiente e a sustentabilidade da fazenda, mas também garantem a qualidade e a produção de leite seguro, promovendo a saúde e a confiança dos consumidores, cada vez mais exigentes.</p>
<p>Outras ações importantes para garantir a sustentabilidade em fazendas produtoras de leite incluem o manejo adequado dos resíduos, como esterco e restos de alimentos, através da compostagem e da produção de biogás, reduzindo assim a emissão de gases de efeito estufa. Além disso, promover a biodiversidade por meio da conservação de áreas naturais e da implementação de práticas agrícolas sustentáveis, como a rotação de culturas e o cultivo consorciado, contribui para a saúde do solo e a preservação da fauna e flora local.</p>
<p>Portanto, a sustentabilidade em fazendas produtoras de leite requer um compromisso com a proteção dos recursos naturais, o uso eficiente da água, o manejo responsável dos resíduos e a promoção da biodiversidade, visando garantir a viabilidade econômica, social e ambiental do negócio a longo prazo.</p>
<p>É importante lembrar que os recursos naturais não são permanentes e que se não estivermos atentos e adotarmos práticas simples, extremamente importantes para a produção de leite sustentável, podemos comprometer a atividade leiteira. Isto significa que cada vez mais teremos que cuidar e ter um olhar mais consciente para garantir a “saúde” do negócio leite e sua continuidade.</p>
<p>Fique atento produtor! Quando você produz de forma sustentável, você minimiza o impacto ambiental e garante a produção de leite seguro e com qualidade. Como sempre digo, só controla quem monitora e neste caso, monitorar significa rever e ajustar as práticas aqui descritas.</p>
<p>Pense nisto, avalie e controle, por exemplo, o gasto de água na sua fazenda, monitore por meio de um higrômetro e faça os ajustes necessários para garantir o uso racional. Com certeza, o seu negócio agradece!</p>
<p><em><strong>Publicado por: Renato Alves</strong></em></p>
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		<item>
		<title>Pressão de Doenças Fúngicas na Cultura do Milho na Safrinha 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 10:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um alerta aos produtores rurais da região, que estão com milho safrinha plantado no campo: estamos com uma alta pressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um alerta aos produtores rurais da região, que estão com milho safrinha plantado no campo: estamos com uma alta pressão de doenças fúngicas na cultura do milho em nossa região, como Bipolaris, Turcicum, Cercosporiose e Hts em geral.</p>
<p>O maior alerta é com relação à Bipolaris, que está entrando nas lavouras em estágios bem inicias. É uma doença que gosta de ambiente quente e úmido, como estava nossa região pós colheita da soja. Então, devemos ficar atentos e tomar algumas medidas para que essas doenças não causem danos econômicos. Uma orientação é optar pelo plantio de materiais com uma boa resistência genética, que tolere bem a pressão da doença no campo.</p>
<p>A rotação de culturas é uma importante medida de manejo, pois reduz o inóculo inicial da doença e atua de forma efetiva contra todas as raças do fungo. Também é importante realizar o uso de palhada no solo, uma vez que, nessa doença, os conídios produzidos em lesões maduras são disseminados para folhas ou plantas vizinhas pelo vento ou respingo de chuva. Com a palhada no solo, evita-se que a água bata no chão e respingue na folha, prevenindo a entrada da doença.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13081 aligncenter" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/05/safrinha-2024.jpg" alt="" width="849" height="351" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/05/safrinha-2024.jpg 849w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/05/safrinha-2024-300x124.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/05/safrinha-2024-768x318.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/05/safrinha-2024-800x331.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 849px) 100vw, 849px" /></p>
<p>Outra orientação é, de acordo com monitoramento, realizar a aplicação de fungicidas químicos, como o uso de triazois, carboxamidas , estrobilurina e multissitios. E sempre consultar o técnico, para que ele consiga identificar a doença e realizar a recomendação correta do produto especifico para aquela situação.</p>
<p>É preciso realizar o monitoramento de pragas, principalmente cigarrinha do milho, que também é um ponto de entrada para a doença, pois a cigarrinha passa vírus para a planta, diminuindo a imunidade da mesma.</p>
<p>Podemos também trabalhar a parte nutricional e fisiológica da planta, estimulando hormônios e aminoácidos para que a planta consiga induzir resistência aos patógenos.</p>
<p>PROCURE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO !</p>
<p>Por: Tulio Rezende de Sousa, Engenheiro Agrônomo / Cooperabaeté</p>
<p><em><strong>Publicado por: Renato Alves</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comunicação na Fazenda &#8211; Importância para Garantia da Qualidade do Leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 18:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de leite seguro e de alta qualidade durante todo o ano é um desafio, e a comunicação é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de leite seguro e de alta qualidade durante todo o ano é um desafio, e a comunicação é imprescindível para o seu atendimento. Com a rotina e a correria das atividades no dia a dia, muitas vezes, falhamos na comunicação e as consequências são notadas na qualidade do leite.</p>
<p>Então, o que precisamos fazer? Estamos atentos sobre os procedimentos realizados por <strong>todos</strong> os funcionários? Eles estão padronizados? Há treinamento dos funcionários e cumprimento das práticas corretas de manejo, por todos e todos os dias?</p>
<p>A experiência nos mostra que, às vezes, temos situações em que cada funcionário ou colaborador realiza de forma diferente o procedimento. Estamos falando de <strong>práticas de manejo de ordenha, a implementação de linha de ordenha, a limpeza dos equipamentos</strong> (veja quadro abaixo).</p>
<p>Também os<strong> registros, a marcação e separação de vacas tratadas com antibiótico, a aplicação dos medicamentos segundo a bula, o respeito ao seu período de carência e o descarte de todo leite das vacas tratadas com antibiótico</strong>, entre outros aspectos ligados à garantia da qualidade do leite.</p>
<p>Desta forma, sugerimos que sejam realizadas <strong>reuniões com os funcionários para discutir os resultados de qualidade de leite</strong> da propriedade e para <strong>alinhar os procedimentos</strong> a serem padronizados e realizados por todos, <strong>todos os dias</strong>. Estes procedimentos são <strong>básicos</strong> e irão garantir que a ordenha seja adequada, que a limpeza dos equipamentos seja correta e que não haja riscos de veiculação de resíduos de antibióticos no leite do tanque.</p>
<p>Alguns <strong>aspectos importantes</strong> a serem tratados nas reuniões e alinhados com todos os funcionários da propriedade estão descritos no Quadro 1. É importante a participação do produtor, do técnico que assiste a propriedade e de todos os funcionários, para que a <strong>qualidade</strong> e a <strong>rentabilidade</strong> da fazenda sejam mantidas durante todo o ano.</p>
<p><strong>Alguns pontos importantes para alinhamento com os funcionários para ter qualidade do leite o ano todo:</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12926 size-full aligncenter" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/02/tabela-fazenda-comunicacao.jpg" alt="" width="890" height="1150" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/02/tabela-fazenda-comunicacao.jpg 890w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/02/tabela-fazenda-comunicacao-232x300.jpg 232w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/02/tabela-fazenda-comunicacao-792x1024.jpg 792w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/02/tabela-fazenda-comunicacao-768x992.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/02/tabela-fazenda-comunicacao-800x1034.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 890px) 100vw, 890px" /></p>
<p><em><strong>Publicado por: Renato Alves</strong></em></p>
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