A trajetória de Eider Portes: pertencimento, oportunidade e gratidão
A história profissional do gestor fabril Eider Portes é daquelas que ajudam a traduzir, com clareza, o significado do “orgulho de ser Cooperabaeté”. Em 2026, ele completa 19 anos como colaborador da Cooperativa – seu primeiro emprego e, como faz questão de destacar, também um sonho de seu pai, que desde cedo imaginava o filho construindo carreira dentro da instituição.
Ao longo de quase duas décadas, Eider trilhou um caminho marcado por reconhecimento, responsabilidade crescente, confiança e oportunidade. Valores que se tornaram marca não apenas de sua trajetória individual, mas também da cultura de gestão de pessoas da Cooperabaeté.
Da bomba de combustível ao comando fabril
A entrada de Eider se deu em 2007, como frentista do posto de combustíveis de Abaeté. Em apenas três meses, veio a promoção para auxiliar de escritório do posto. Seis meses depois, nova mudança: a transferência para a loja de insumos como encarregado de entrada de mercadorias. Ao término da faculdade, com dois anos e meio de Cooperabaeté, assumiu o cargo de gerente do posto.
Daí em diante, consolidou-se uma fase de forte evolução. Eider foi convidado para assumir a gestão da fábrica de rações – “a galinha dos ovos de ouro da Cooperativa”, como brincam alguns diretores. Quase 13 anos depois, tornou-se gestor de duas unidades fabris: Rações Cooperabaeté e Rumbra.
Sob sua gestão, o setor viveu uma expansão expressiva: a produção mensal saltou de 600/700 toneladas para picos de 4 mil toneladas, praticamente quintuplicando a capacidade instalada. Também participou da construção da fábrica de suplementos minerais Rumbra, referência regional em automação, controle e qualidade industrial.

“Essa evolução é mérito de muitas mãos”, destaca. “De colegas de trabalho, de lideranças que me deram oportunidade e de cada diretor e presidente com quem tive a honra de trabalhar.”
Pertencimento que se multiplica
O reconhecimento não se limita à trajetória pessoal. Hoje, Eider faz questão de reproduzir o ciclo de oportunidades que recebeu. Entre as nove lideranças do setor fabril, sete cresceram dentro da própria Cooperativa, assumindo funções estratégicas após passarem por etapas anteriores da operação.
Para Eider, esse movimento fortalece a consciência de pertencimento e contribui diretamente para a motivação e o bem-estar no ambiente de trabalho. “Se eu tive oportunidades, por que não dar oportunidade para outros? Crescer juntos é uma questão de justiça e de gratidão”, reconhece.
Valores que constroem cultura
No coração desse relato, estão duas palavras que Eider repete com ênfase: gratidão e justiça. A gratidão que rememora sua própria caminhada. A justiça que o move a abrir portas para outras pessoas. A união desses valores, acredita, é o que sustenta a harmonia no trabalho e reforça o vínculo entre colaborador e Cooperativa.
Histórias como a de Eider ajudam a ilustrar o compromisso da Cooperabaeté com o reconhecimento interno, a valorização de talentos e o estímulo à liderança formada dentro da casa. Um círculo virtuoso que inspira orgulho, mobiliza equipes e fortalece o propósito de evoluir juntos.
Postado Por: Renato Alves




