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	<title>notícias &#8211; Cooperabaeté</title>
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	<description>Uma Cooperativa que Fazemos Juntos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Mar 2026 16:07:06 +0000</lastBuildDate>
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	<title>notícias &#8211; Cooperabaeté</title>
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	<item>
		<title>Assembleia Geral Ordinária 2026</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/assembleia-geral-ordinaria-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 15:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Disponibilizamos para download o edital de convocação da Assembleia Geral Ordinária da Cooperativa dos Produtores Rurais de Abaeté e Região [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Disponibilizamos para download o edital de convocação da Assembleia Geral Ordinária da Cooperativa dos Produtores Rurais de Abaeté e Região Ltda.</p>
<p>O documento contém informações importantes como data, horário, local da assembleia e a pauta completa a ser discutida, incluindo prestação de contas, relatórios, eleição do conselho fiscal e demais deliberações.<a href="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ASSEMBLEIA-GERAL-ORDINARIA-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-14223" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/edital-assembleia-.png" alt="" width="300" height="77" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/edital-assembleia-.png 860w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/edital-assembleia--300x77.png 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/edital-assembleia--768x197.png 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/edital-assembleia--800x206.png 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qualidade do Leite em 2026 &#8211; Gestão, Ciência e o Básico Bem-feito.</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/qualidade-do-leite-em-2026-gestao-ciencia-e-o-basico-bem-feito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mônica Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Produzir leite de alta qualidade em 2026 exigirá, mais do que novas tecnologias, gestão eficiente, padronização de processos e disciplina [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Produzir leite de alta qualidade em 2026 exigirá, mais do que novas tecnologias, gestão eficiente, padronização de  processos e disciplina na execução das rotinas básicas. A experiência acumulada no Brasil e no mundo demonstra que os melhores resultados de qualidade do leite não surgem de soluções complexas, mas da aplicação consistente e do monitoramento de práticas consagradas pela ciência.</p>
<p>Antes de avançar, o primeiro passo é olhar para trás com método: revisar o que foi feito, analisar os resultados obtidos (CPP, CCS, ocorrência de resíduos, descarte de leite, perdas econômicas) e identificar pontos críticos.</p>
<p>A gestão da qualidade começa com dados confiáveis, avaliação técnica e tomada de decisão baseada em evidências. Para tal, sugere-se:</p>
<p><strong>1. Revisar processos e resultados </strong></p>
<p>A melhoria contínua depende do ciclo planejar, executar, avaliar e corrigir. Indicadores como CPP, CCS, temperatura do leite, mastite clínica e subclínica, uso de antimicrobianos e testes de resíduos devem ser acompanhados sistematicamente.</p>
<p>Dica de ouro: Fazendas com desempenho consistente utilizam esses indicadores não apenas para atender à legislação, mas como ferramentas de gestão, promovendo ajustes rápidos nos processos e alinhamento da equipe.</p>
<p><strong>2. Manejo de ordenha </strong></p>
<p>(onde a qualidade começa &#8211; ou termina O manejo de ordenha é determinante para a qualidade  microbiológica e a saúde da glândula mamária. Rotina padronizada, teste da caneca, pré-dipping eficaz, secagem correta dos tetos, colocação adequada das teteiras e pós-dipping eficiente são fundamentais.</p>
<p>Dica de ouro: Estudos demonstram que falhas simples na rotina aumentam significativamente a CPP e a CCS, independentemente do nível tecnológico da fazenda.</p>
<p><strong>3. Limpeza e sanitização dos equipamentos</strong></p>
<p>Equipamentos de ordenha e tanques de refrigeração são superfícies críticas para formação de biofilmes e maior CPP do leite. A limpeza deve seguir princípios científicos claros:<br />
&#8211; Uso correto de detergentes alcalinos e ácidos;<br />
&#8211; Temperatura adequada da água;<br />
&#8211; Concentração correta dos produtos;<br />
&#8211; Tempo de circulação suficiente;<br />
&#8211; Uso de desinfetantes, 30 minutos antes da ordenha seguinte;<br />
&#8211; Verificação periódica da eficiência da limpeza.</p>
<p>Dica de ouro: Não se trata de usar mais produtos, mas de usá-los corretamente, conforme recomendam os fabricantes.</p>
<p><strong>4. Refrigeração rápida do leite</strong></p>
<p>A refrigeração imediata do leite a temperaturas ≤ 4°C é essencial para controlar o crescimento bacteriano. O produtor deve garantir tanque com capacidade adequada, funcionamento correto, monitoramento contínuo da temperatura e agitação eficiente do leite</p>
<p><strong>Dica de ouro: A ciência é clara:</strong></p>
<p>quanto mais rápido o leite for refrigerado em temperatura de 4°C, menor será a multiplicação bacteriana, refletindo diretamente na CPP.</p>
<p><strong>5. Bem-estar animal : qualidade</strong></p>
<p>começa na vaca Vacas estressadas apresentam maior incidência de mastite, queda de imunidade e pior desempenho produtivo. Pontos chave incluem: conforto térmico; boa qualidade de camas e áreas de descanso; acesso contínuo à água limpa, em quantidade e com qualidade e condução dos animais de forma calma e previsível.</p>
<p>Dica de ouro: Sistemas que priorizam o bem-estar apresentam, de forma consistente, menores CCS e melhor eficiência produtiva.</p>
<p><strong>6. Uso racional de antimicrobianos </strong></p>
<p>O uso responsável de antimicrobianos envolve diagnóstico correto, escolha adequada do medicamento, tratamento conforme a bula, respeito ao período de carência e avaliação contínua da necessidade de uso. Dica de ouro: Além de reduzir o risco de resíduos no leite, essa abordagem contribui para o combate à resistência antimicrobiana, preconizado por organismos internacionais.</p>
<p><strong>7. Protocolo MRST : prevenção de resíduos no tanque</p>
<p>A implantação do protocolo MRST</strong></p>
<p>&#8211; Marcação, Registro, Separação e Tratamento conforme a bula &#8211; é essencial para prevenir resíduos no tanque. Inclui marcar e separar animais tratados, descartar todo o leite durante a carência, ordenhar por último, realizar testes quando houver dúvida e treinar<br />
toda a equipe.</p>
<p>Dica de ouro: A prevenção é sempre mais eficiente e menos onerosa do que lidar com descarte de leite e penalizações pela presença de resíduos. A gestão de pessoas, processos e resultados deve sempre ser feita.</p>
<p><strong> 8. Controle de mastite </strong></p>
<p>Avalie todo mês a CCS do leite individual das vacas e do leite do tanque. Realize cultura microbiológica dos casos clínicos de mastite e dos subclínicos para a tomada de decisão.</p>
<p>Dica de ouro: “Só controla quem monitora”. A análise dos resultados permitirá fazer linha de ordenha, segregar animais, secar e tratar vacas, tratar na lactação dependendo do resultado da cultura e até mesmo descartar vacas, baseando-se na ciência e com evidências. A mastite é um dos maiores desafios que temos e para controlá-la e reduzir a CCS, temos que realizar monitoramento.</p>
<p>Em 2026, qualidade do leite será cada vez mais sinônimo de gestão profissional da fazenda. Isso inclui:<br />
&#8211; Padronização de rotinas;<br />
&#8211; Treinamento contínuo da equipe;<br />
&#8211; Uso de indicadores para tomada de decisão;<br />
&#8211; Revisão dos processos;<br />
&#8211; Implantação de ações corretivas;<br />
&#8211; Comunicação clara;<br />
&#8211; Implantação de cultura de o responsabilidade e de melhoria contínua;<br />
&#8211; Fundamentalmente, ATITUDE!</p>
<p>Dica de ouro: O segredo não está em “inventar a roda”, mas em fazer o básico bem-feito, todos os dias, por todas as pessoas e da mesma forma. Isto reduz custos, aumenta a rentabilidade da fazenda por maior produção e melhor qualidade, o que gera ainda, maior bonificação pelo programa de pagamento por qualidade. </p>
<p>A ciência já mostrou o caminho e cabe ao produtor garantir que ele seja seguido por meio de gestão de processos, de pessoas e de resultados! É hora de agir!!!</p>
<p><strong>Feliz e Próspero 2026!</strong><em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Evoluir Juntos Orgulho de ser Cooperabaeté</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/evoluir-juntos-orgulho-de-ser-cooperabaete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A trajetória de Eider Portes: pertencimento, oportunidade e gratidão A história profissional do gestor fabril Eider Portes é daquelas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A trajetória de Eider Portes: pertencimento, oportunidade e gratidão</strong></p>
<p>A história profissional do gestor fabril Eider Portes é daquelas que ajudam a traduzir, com clareza, o significado do “orgulho de ser Cooperabaeté”. Em 2026, ele completa 19 anos como colaborador da Cooperativa – seu primeiro emprego e, como faz questão de destacar, também um sonho de seu pai, que desde cedo imaginava o filho construindo carreira dentro da instituição.</p>
<p>Ao longo de quase duas décadas, Eider trilhou um caminho marcado por reconhecimento, responsabilidade crescente, confiança e oportunidade. Valores que se tornaram marca não apenas de sua trajetória individual, mas também da cultura de gestão de pessoas da Cooperabaeté.</p>
<p><strong>Da bomba de combustível ao comando fabril </strong></p>
<p>A entrada de Eider se deu em 2007, como frentista do posto de combustíveis de Abaeté. Em apenas três meses, veio a promoção para auxiliar de escritório do posto. Seis meses depois, nova mudança: a transferência para a loja de insumos como encarregado de entrada de mercadorias. Ao término da faculdade, com dois anos e meio de Cooperabaeté, assumiu o cargo de gerente do posto.</p>
<p>Daí em diante, consolidou-se uma fase de forte evolução. Eider foi convidado para assumir a gestão da fábrica de rações – “a galinha dos ovos de ouro da Cooperativa”, como brincam alguns diretores. Quase 13 anos depois, tornou-se gestor de duas unidades fabris: Rações Cooperabaeté e Rumbra.</p>
<p>Sob sua gestão, o setor viveu uma expansão expressiva: a produção mensal saltou de 600/700 toneladas para picos de 4 mil toneladas, praticamente quintuplicando a capacidade instalada. Também participou da construção da fábrica de suplementos minerais Rumbra, referência regional em automação, controle e qualidade industrial.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14201" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/eider-portes-cooperabaete.png" alt="" width="360" height="360" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/eider-portes-cooperabaete.png 360w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/eider-portes-cooperabaete-300x300.png 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/eider-portes-cooperabaete-150x150.png 150w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/eider-portes-cooperabaete-320x320.png 320w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></p>
<p><em><strong>“Essa evolução é mérito de muitas mãos”, destaca. “De colegas de trabalho, de lideranças que me deram oportunidade e de cada diretor e presidente com quem tive a honra de trabalhar.” </strong></em><strong></p>
<p><strong>Pertencimento que se multiplica</strong></p>
<p>O reconhecimento não se limita à trajetória pessoal. Hoje, Eider faz questão de reproduzir o ciclo de oportunidades que recebeu. Entre as nove lideranças do setor fabril, sete cresceram dentro da própria Cooperativa, assumindo funções estratégicas após passarem por etapas anteriores da operação.</p>
<p>Para Eider, esse movimento fortalece a consciência de pertencimento e contribui diretamente para a motivação e o bem-estar no ambiente de trabalho. “Se eu tive oportunidades, por que não dar oportunidade para outros? Crescer juntos é uma questão de justiça e de gratidão”, reconhece.</p>
<p><strong>Valores que constroem cultura</strong></p>
<p>No coração desse relato, estão duas palavras que Eider repete com ênfase: gratidão e justiça. A gratidão que rememora sua própria caminhada. A justiça que o move a abrir portas para outras pessoas. A união desses valores, acredita, é o que sustenta a harmonia no trabalho e reforça o vínculo entre colaborador e Cooperativa.</p>
<p>Histórias como a de Eider ajudam a ilustrar o compromisso da Cooperabaeté com o reconhecimento interno, a valorização de talentos e o estímulo à liderança formada dentro da casa. Um círculo virtuoso que inspira orgulho, mobiliza equipes e fortalece o propósito de evoluir juntos.</p>
<p><em><strong>Postado Por: Renato Alves</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sucessão Familiar e Sustentabilidade Marcam Recém-inaugurado Compost Barn da Fazenda Vai e Vem</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/sucessao-familiar-e-sustentabilidade-marcam-recem-inaugurado-compost-barn-da-fazenda-vai-e-vem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Conforto animal, manejo avançado e uso de dejetos na agricultura fazem da propriedade um caso de integração entre tecnologia, solo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conforto animal, manejo avançado e uso de dejetos na agricultura fazem da propriedade um caso de integração entre tecnologia, solo e produção</strong></p>
<p>A Fazenda Vai e Vem, de João Carlos Oliveira, Adriana e Sérgio, inaugurou, há três meses, um compost barn com capacidade para 125 vacas paridas, em um projeto que simboliza não apenas modernização, mas também sucessão familiar. Sérgio assumiu parte da condução técnica da propriedade, articulando reprodução, nutrição, sanidade e manejo da cama, enquanto os pais permanecem na administração e nas operações da fazenda. Para Rogério Lage, presidente da Cooperabaeté, a experiência é exemplar: “Estamos diante de um caso de sucessão que deu certo: um projeto moderno, tecnicamente bem orientado e construído para o futuro”, avalia.</p>
<p><strong>Conforto para todos</strong></p>
<p>Para Adriana, o principal impacto do compost barn vai além dos animais. “Além do conforto para as vacas, teve para nós também. O sistema traz comodidade para quem trabalha”, relata.</p>
<p>O resultado já aparece no manejo diário: vacas mais limpas, queda drástica nos casos de mastite, redução do uso de antibióticos e maior previsibilidade operacional. “Ano passado, nesse calor, tínhamos muito problema de mamite. Hoje, graças a Deus, não tem nenhuma”, completa.</p>
<p><img decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-3.jpg" alt="" width="796" height="478" class="aligncenter size-full wp-image-14196" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-3.jpg 796w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-3-300x180.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-3-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 796px) 100vw, 796px" /></p>
<p><strong>Produtividade sem perdas</strong></p>
<p>no período das águas Embora ainda em fase de adaptação, o composto tem evitado a queda natural de produção que ocorre durante as chuvas. “Sempre perdíamos produção nessa época. Caía média, tinha problema com trato molhado, mastite e casco. Agora, com menos estresse e menos descarte, a expectativa é pagar o galpão com tranquilidade”, afirma Sérgio.</p>
<p><strong>Genética 100% holandesa</strong></p>
<p>A propriedade trabalha com rebanho 100% holandês, resultado de 21 anos consecutivos de inseminação artificial, o que cria base genética consistente para sistemas intensivos. Antes do compost, a média era de<br />
29 litros nos pastos. Agora, a família projeta superar 35 a 38 litros e, com ajustes, chegar a 40 litros. </p>
<p>Para o presidente da Cooperabaeté, o sistema liberou o potencial produtivo do rebanho. “O conforto faz diferença. Mais genética, mais manejo, mais eficiência”, afirma.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-1-1024x376.jpg" alt="" width="1024" height="376" class="aligncenter size-large wp-image-14197" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-1-1024x376.jpg 1024w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-1-300x110.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-1-768x282.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-1-1536x564.jpg 1536w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-1-800x294.jpg 800w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fazenda-vai-e-vem-abaete-mg-1.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><strong>Manejo de cama e técnica veterinária</strong></p>
<p>O compost barn da Vai e Vem dedica atenção especial ao manejo da cama, ponto central para longevidade e sanidade das vacas. Sérgio explica o método: “A cama é viva. Ela precisa fermentar a 45–50 graus. Reviramos<br />
duas vezes ao dia. Se a cama morre, aparecem mastite e outros problemas”. </p>
<p>O monitoramento é feito com termômetro de haste e reposição periódica de maravalha, com técnica que reduz presença de bactérias patogênicas e mantém o conforto térmico dos animais.</p>
<p><strong>Eficiência territorial e sustentabilidade</strong></p>
<p>Com a saída das vacas dos pastos, a fazenda ganhou área para outras categorias do rebanho e até para projetos futuros, como a introdução de gado de corte. A intensificação liberou pastagens e permitiu repensar o uso do solo.</p>
<p>Outro diferencial foi a implantação de uma estação de tratamento de dejetos integrada ao hidro roll, possibilitando fertilização orgânica das áreas agrícolas e redução do uso de adubos químicos. “As vacas produzem leite e produzem o próprio fertilizante. É praticamente sustentável”, afirma Sérgio.</p>
<p>O modelo está alinhado às novas exigências ambientais da cadeia do leite e pode gerar bonificações de laticínios que recompensam práticas sustentáveis, especialmente no tratamento de resíduos.<br />
Equipe multidisciplinar e papel da Cooperabaeté A família atribui parte do sucesso ao trabalho técnico conjunto com a Cooperabaeté, que reúne nutrição, assistência veterinária, gestão e agronomia. “Temos produtos de nutrição de excelente qualidade, suporte técnico e o Educampo trazendo os números financeiros. Isso mostra para onde ajustar. E eu entro com reprodução, sanidade e nutrição”, detalha Sérgio.</p>
<p>O projeto ainda está no início, mas a terra já está preparada para a próxima etapa: um segundo galpão complementar, previsto pela família. Como brincou o técnico responsável pela terraplanagem: “quem faz o primeiro, faz o segundo”.</p>
<p><strong>Postado por: Renato Alves</strong><em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Modernização e Gestão Impulsionam Investimentos em Abaeté</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/modernizacao-e-gestao-impulsionam-investimentos-em-abaete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 11:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão de construir um compost barn na propriedade rural do produtor Bráulio Correia, em Abaeté, não foi impulsiva. Antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão de construir um <strong>compost barn</strong> na propriedade rural do produtor<strong> Bráulio Correia, em Abaeté</strong>, não foi impulsiva. Antes de investir, o produtor visitou cerca de 20 galpões no estado e ouviu de todos o mesmo diagnóstico: o sistema melhora o desempenho produtivo, aumenta o conforto animal e se paga com eficiência. “O que mais me motivou foi o feedback dos produtores. Todos estavam satisfeitos”, afirma.<br />
Com quatro meses de operação, o galpão abriga 176 vacas paridas, com produção média diária de 4.500 litros. Um dos resultados mais imediatos foi o salto de produtividade: a média saltou de 20 litros por vaca/dia para 26 litros após a entrada no galpão. “Se você tem, da noite para o dia, um aumento de 30% na produção de leite, sem aumentar custos, é claro que a rentabilidade sobe”, afirma Bráulio.</p>
<p>Além do ganho zootécnico, ele destaca que o sistema tem impacto direto no manejo: redução de barro, menor incidência de mamite ambiental, melhoria nas condições de trabalho e segurança para funcionários, estabilidade no período das águas e possibilidade de planejamento para o rebanho. O galpão também libera área da fazenda para outros usos, como lavoura e pecuária de corte, aumentando a eficiência territorial.</p>
<p><strong>Investimento e modelo adotado </strong></p>
<p>O galpão implantado segue o padrão de <strong>compost barn</strong> com cama de 1.800 m², construída com base de concreto e estrutura metálica. O dimensionamento utilizado é o parâmetro de 10 m² de cama por vaca instalada, o que permite alojar 180 animais. O investimento, segundo o próprio produtor, acompanha a média de mercado: entre R$ 10 mil e R$ 12 mil por vaca.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14188" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/braulio-fazenda-sagarana-2.jpg" alt="" width="796" height="478" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/braulio-fazenda-sagarana-2.jpg 796w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/braulio-fazenda-sagarana-2-300x180.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2026/01/braulio-fazenda-sagarana-2-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /></p>
<p>O produtor avalia que o sistema representa o “presente” da pecuária leiteira. “No passado, <strong>compost barn</strong> parecia futuro distante. Hoje se tornou viabilidade. Para remunerar capital, alcançar 30 a 35 litros por vaca é fundamental, e não dá para abrir mão do bem-estar animal”, destaca.</p>
<p><strong>O novo ciclo da pecuária leiteira </strong></p>
<p>Em visita ao empreendimento, o <strong>presidente da Cooperabaeté, Rogério Lage</strong>, destaca o avanço da região nessa tecnologia. Para ele, os galpões representam um divisor de águas no processo de intensificação. “Temos propriedades no Brasil que já batem em eficiência os países do Mercosul. O futuro da pecuária leiteira brasileira está nisso aqui”, avalia.</p>
<p>Rogério também chama atenção para o aspecto empresarial dos novos projetos: “Nós estamos formando novos empresários da pecuária leiteira. Investimentos como esse precisam ser rentáveis, e é isso que está puxando inovação e modernização no setor”, afirma.</p>
<p>O projeto ainda está em fase inicial, mas já aponta para um caminho de expansão. O próximo passo inclui instalação de pivôs e ampliação do uso estratégico da área. Entre os obstáculos, <strong>Bráulio</strong> cita questões regulatórias e de licenciamento, que atingem produtores em todo o país. “Quem quer produzir precisa de legislação que acompanhe o ritmo e facilite empreender”, afirma.</p>
<p><strong><em>Postado por: Renato Alves</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Dia em que Juca Lage Salvou a Noiva Recém Nascida</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/o-dia-em-que-juca-lage-salvou-a-noiva-recem-nascida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogério Lage]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 13:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em agosto de 1904, dois cavaleiros pararam na Fazenda Melosos, em Abaeté, para descansar um pouco antes de seguir viagem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em agosto de 1904, dois cavaleiros pararam na Fazenda Melosos, em Abaeté, para descansar um pouco antes de seguir viagem rumo à Fazenda Candelária. Um deles era o Padre Miguel Vital; o outro, o jovem José de Carvalho Lage, mais conhecido por Juca Lage.</p>
<p>Ao chegarem aos Melosos, encontraram a casa em grande alvoroço: no dia 9 de agosto havia nascido uma menina, mas ela se engasgara logo após vir ao mundo. Juca, então com 19 anos, pediu licença à mãe da criança, Sá Rita, para tentar desengasgar o bebê. Fez a manobra com jeitinho, deu tudo certo, e a menina foi salva. </p>
<p>O que quase ninguém sabe é o que veio depois: emocionado, Juca virou-se para o Padre Vital e disse que um dia haveria de se casar com aquela criança que acabara de ajudar a viver. E não é que casou mesmo?</p>
<p>A menina era Feliciana Pereira, que cresceu nos Melosos até, 18 anos depois, trocar alianças com o mesmo moço que lhe salvou a vida. Juntos, Feliciana e Juca construíram uma família numerosa, espalhada hoje por Abaeté, Goiás, Belo Horizonte e até outros países. Uma descendência forte, unida e cheia de histórias, tudo começado naquele susto na cozinha dos Melosos.</p>
<p>Um causo antigo, mas dos bons: desses que lembram que a vida na roça tem seus milagres escondidos no cotidiano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>2025: Um Ano de Entregas, Evolução e Coragem na Cooperabaeté</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/2025-um-ano-de-entregas-evolucao-e-coragem-na-cooperabaete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Caio Atila]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[2025 foi um ano de avanço real para a Cooperabaeté. Não falamos de promessas, falamos de entregas. Transformações estruturais, decisões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>2025 foi um ano de avanço real para a Cooperabaeté. Não falamos de promessas, falamos de entregas. Transformações estruturais, decisões ousadas e obras que reposicionam a cooperativa para o futuro.</p>
<p>O ano começou com um marco histórico: o início das atividades da Rumbra. A nova fábrica entrou em operação trazendo tecnologia, escalabilidade e competitividade para nossas linhas de produção. É um passo estratégico que amplia a autonomia da Cooperabaeté, fortalece nossa presença no mercado e cria oportunidades para toda a região.</p>
<p>Outro movimento de peso: as obras dos novos supermercados de Paineiras e Biquinhas. Agora, as lojas antigas darão espaço para unidades completas, com açougue, padaria, hortifruti e ambientes mais amplos e modernos. Uma expansão pensada para elevar o padrão de atendimento e dar mais conforto aos cooperados e clientes dessas duas cidades que são tão queridas e importantes para a Cooperativa.</p>
<p>Em um ano marcado por quedas constantes no fornecimento de energia, agimos rápido. Adquirimos geradores para a matriz e para a loja de insumos de Abaeté, garantindo atendimento contínuo e segurança operacional. O Cooperado não pode ficar na mão e por isso a Cooperabaeté busca alternativas energéticas que garantam o pleno funcionamento de suas lojas e empreendimentos.</p>
<p>Nossos postos de combustíveis também receberam reformas importantes e agora carregam, com orgulho, a bandeira Cooperabaeté. Mais identidade, mais credibilidade, mais presença e mais competitividade.</p>
<p>Mesmo com o preço e volume do leite em baixa, não recuamos. Pelo contrário, 2025 será lembrado como o ano em que batemos recorde de faturamento nas demais áreas. Resiliência, diversificação e gestão séria fazem diferença.</p>
<p>A TecnoAgro voltou às suas origens, retornando ao parque de exposições. O resultado foi imediato: mais espaço, mais comodidade e uma experiência muito superior para os cooperados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13962" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/07/feira-tecnoagro-cooperabaete-3.jpg" alt="" width="796" height="478" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/07/feira-tecnoagro-cooperabaete-3.jpg 796w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/07/feira-tecnoagro-cooperabaete-3-300x180.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/07/feira-tecnoagro-cooperabaete-3-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /></p>
<p>E, olhando para dentro, investimos onde mais importa: pessoas. Criamos programas de capacitação e treinamentos para nossos líderes, preparando equipes mais alinhadas, mais competentes e mais prontas para conduzir a Cooperabaeté rumo a um futuro ainda maior.</p>
<p>2025 provou uma coisa: quando há visão, coragem e execução, os resultados aparecem. E a Cooperabaeté mostrou, mais uma vez, que sabe crescer, sabe inovar e sabe cuidar de quem faz tudo acontecer.</p>
<p>Que venha 2026. Estamos prontos para mais.</p>
<p><em><strong>Postado por: Renato Alves</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>2025, um Ano de Desafios &#8211; Carta da Diretoria</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/2025-um-ano-de-desafios-carta-da-diretoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 16:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano de 2025 foi desafiador para todo o empresariado brasileiro, e não foi diferente para a Cooperabaeté. Enfrentamos momentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2025 foi desafiador para todo o empresariado brasileiro, e não foi diferente para a Cooperabaeté. Enfrentamos momentos de instabilidade econômica, juros altos, custos operacionais elevados e uma crise social sem precedentes.</p>
<p>A nossa AGO de 2025 ocorreu em um clima de estabilidade política dentro da Cooperabaeté. Tivemos uma eleição sem chapa adversária, o que demonstra a aceitação da diretoria anterior e a tranquilidade do processo de renovação da diretoria executiva e do conselho de administração.</p>
<p>Na diretoria, tivemos a substituição do diretor administrativo José Soares dos Santos, o nosso querido Zé Leitoa, por José Eustáquio Marcelino, uma troca feita com maestria. Trocamos um camisa 10 por outro, e isso é motivo de grande satisfação. Esse sentimento se repete a cada novo conselho administrativo: conselheiros vogais com alta capacidade para assumir cargos executivos sempre que necessário.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14164" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/12/diretoria-cooperabaete-2025.jpg" alt="" width="796" height="478" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/12/diretoria-cooperabaete-2025.jpg 796w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/12/diretoria-cooperabaete-2025-300x180.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/12/diretoria-cooperabaete-2025-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /></p>
<p>A Cooperabaeté cresceu muito nas últimas décadas. Agora é o momento de arrumar a casa e aparar arestas. Uma cooperativa com 16 CNPJs é ampla, complexa e naturalmente apresenta imperfeições que precisam ser corrigidas.</p>
<p>Quando assumimos a diretoria, estabelecemos três grandes desafios: Petrobras, Néctar e CCPR. Pois bem, 2025 nos deu forças para avançar sobre todos eles:</p>
<p>Petrobras: concluímos a parceria, realizamos um upgrade nos postos e garantimos vitalidade econômica ao segmento, sempre respeitando nossos princípios e oferecendo combustível de excelente qualidade, com a idoneidade Cooperabaeté.</p>
<p>Sistema operacional: concluímos os estudos de troca do sistema. Agora falta apenas bater o martelo e arregaçar as mangas. É uma mudança necessária, mas dispendiosa e trabalhosa.</p>
<p>CCPR: tivemos avanços significativos, por ora sigilosos. A aquisição de uma área industrial representa o pontapé inicial desse novo ciclo.</p>
<p>Costumo dizer que as reformas e construções realizadas a partir de 2013 não são as maiores conquistas das diretorias que se seguiram. A maior conquista, de fato, é o compromisso permanente em honrar a Missão, a Visão e os Valores da Cooperabaeté.</p>
<p>Finalizando, agradeço a Deus pela saúde e pela oportunidade de estarmos aqui, lutando pela nossa querida Cooperabaeté. E nada simboliza melhor a chegada de um novo ano do que agradecer a todos que fizeram parte da nossa trajetória ao longo deste que se encerra.</p>
<p>Muito obrigado!</p>
<p>Feliz Natal para toda a família Cooperabaeté!</p>
<p>Cooperabaeté, uma cooperativa que construímos juntos!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-12889 alignleft" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/02/rogerio-lage.png" alt="" width="173" height="178" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Rogério Lage de Oliveira &#8211; Presidente da Cooperabaeté</strong></em></p>
<p>Postado por: Renato Alves</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Cooperado desde 1958, José Felipe representa a força e a tradição da Cooperabaeté</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/cooperado-desde-1958-jose-felipe-representa-a-forca-e-a-tradicao-da-cooperabaete/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 14:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Cooperado desde 1958, José Felipe representa a força e a tradição da Cooperabaeté Aos 91 anos, o cooperado mais antigo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cooperado desde 1958, José Felipe representa a força e a tradição da Cooperabaeté Aos 91 anos, o cooperado mais antigo ainda em atividade inspira gerações com sua história de vida e dedicação à agropecuária.</p>
<p>No mês que a Cooperabaeté completa 97 anos de fundação, fomos em busca do cooperado mais antigo ainda em atividade. Encontramos o Sr. José Felipe da Silva, nascido em 26 de maio de 1934, que se associou à Cooperativa no dia 1º de novembro de 1958. Aos 91 anos, ele continua cuidando de suas galinhas com o mesmo zelo que sempre dedicou à terra.</p>
<p>Ao lado da esposa, D. Luísa Maria de Jesus, de 96 anos, o casal vive em Abaeté, na companhia do filho adotivo, José Pedro, que hoje retribui o cuidado recebido desde criança. “Eu tinha três anos quando fui morar com eles. Sou sobrinho e filho de criação. E fui muito abençoado, tenho dois pais e duas mães. Eles me criaram e hoje sou eu quem cuido deles”, contou José Pedro, emocionado.</p>
<p>Durante a visita, que contou com a presença do diretor administrativo José Eustáquio Marcelino, do diretor comercial Carlos Eloi Gomes Ferreira e do extensionista Marcos Rodrigues, histórias e memórias vieram à tona. Recordações de uma vida inteira dedicada ao campo, à produção e à Cooperabaeté.</p>
<figure id="attachment_14152" aria-describedby="caption-attachment-14152" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-1-1024x625.jpg" alt="" width="1024" height="625" class="size-large wp-image-14152" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-1-1024x625.jpg 1024w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-1-300x183.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-1-768x469.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-1-800x488.jpg 800w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-1.jpg 1078w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-14152" class="wp-caption-text">Ao lado da esposa Luisa e do filho José Pedro, Seu José Felipe da Silva é o cooperado mais antigo em atividade. Desde 1958.</figcaption></figure>
<p>Moradores da região de São Simão, o casal sempre viveu do trabalho rural. Sr. José Felipe relembra que começou a trabalhar aos seis anos de idade, ajudando o pai a carrear milho e a cuidar dos bois. “Minha vida sempre foi trabalhar. Desde menino, meu pai me punha no carro pra vigiar os bois e encher os carros de milho”, conta.</p>
<p>O casal construiu a Fazenda São Simão com muito esforço. Produziam leite, farinha de mandioca, rapadura, polvilho, criavam porcos e galinhas, e cultivavam de tudo um pouco: milho, arroz, feijão, mandioca e até melancia. “A vida nossa foi só trabalhar. Trabalhei demais, demais”, reforça D. Luísa.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-3.jpg" alt="" width="966" height="718" class="aligncenter size-full wp-image-14153" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-3.jpg 966w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-3-300x223.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-3-768x571.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-3-800x595.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></p>
<p>A produção de leite era intensa. Chegavam a tirar 300 litros por dia. As vacas dormiam no cerrado e, antes do amanhecer, às quatro da manhã, já estavam de pé para juntar o gado. “Minha mulher torrava três alqueires de farinha por dia. Era muito serviço, mas a gente dava conta”, recorda, mostrando as mãos calejadas e os dedos marcados de tantos anos de ordenha manual.</p>
<p>Sr. José Felipe associou-se à cooperativa ainda nos anos 1950, “no tempo do Dr. Melo”, quando a instituição se chamava Cooperativa Mista Agropecuária Limitada &#8211; Banco de Abaeté. Ele lembra que, quando Cooperativa começou a captar o leite dos associados, em novembro de 1965, ele entregava 10 litros por dia. “Facilitou muito a nossa vida, antes a gente tinha que desnatar o leite pra entregar a manteiga às empresas que trabalhavam com isso”, recorda. “Depois que a cooperativa veio, ficou mais fácil. A gente vendia o leite, comprava de tudo lá: tecidos, aviamentos, comida, produtos pra fazenda, remédios veterinários”, completa.</p>
<figure id="attachment_14154" aria-describedby="caption-attachment-14154" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-2-1024x462.jpg" alt="" width="1024" height="462" class="size-large wp-image-14154" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-2-1024x462.jpg 1024w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-2-300x135.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-2-768x346.jpg 768w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-2-800x361.jpg 800w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/jose-felipe-cooperado-cooperabaete-2.jpg 1064w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-14154" class="wp-caption-text">Durante a visita da equipe da Cooperabaeté, vieram à tona histórias e memórias de uma vida inteira de muito trabalho.</figcaption></figure>
<p>Além de cooperado, o filho José Pedro também trabalhou na Cooperabaeté entre 1986 e 2003, exercendo diversas funções, de motorista a serviços gerais, e acompanhando de perto o crescimento da instituição.<br />
Atualmente, a Fazenda São Simão está alugada, mas a ligação com o campo e com a cooperativa permanece viva. “Temos um pouco de gado de corte e vamos lá toda semana olhar a casa. A fazenda é parte da nossa  história”, diz José Pedro. </p>
<p>A trajetória do família é símbolo de um tempo em que o trabalho duro e a união familiar eram a base da vida no campo. São valores que sustentam, até hoje, o espírito cooperativista da Cooperabaeté.<br />
Ao lado do filho José Pedro, Seu José Felipe e D. Luísa representam o que há de mais genuíno na história da cooperativa: a força das pessoas que acreditam no trabalho, na fé e na comunidade.</p>
<p><strong>Postado por: Renato Alves</strong></p>
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		<title>Transformação na Pecuária Leiteira Brasileira &#8211; Carta da Diretoria</title>
		<link>https://cooperabaete.com.br/transformacao-na-pecuaria-leiteira-brasileira-carta-da-diretoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 17:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A pecuária leiteira brasileira passa por um processo de transformação sem precedentes. As fazendas maiores, mais intensificadas e tecnificadas já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária leiteira brasileira passa por um processo de transformação sem precedentes. As fazendas maiores, mais intensificadas e tecnificadas já se equiparam às melhores do mundo em produtividade e qualidade. Esse avanço, entretanto, traz novos desafios: manter eficiência em larga escala, lidar com a escassez de mão de obra, incorporar tecnologias e atender às novas demandas de sustentabilidade e relacionamento com o consumidor.</p>
<p>Nos últimos anos, observamos a expansão dos sistemas de confinamento e semiconfinamento, que impulsionam o ganho de escala e o melhor aproveitamento da terra. Essa mudança é resultado da busca do produtor por otimizar recursos, melhorar margens e garantir competitividade.</p>
<p>Durante o 3º Fórum Nacional do Leite Abraleite, realizado em Brasília, ficou evidente que o setor caminha para um modelo cada vez mais intensivo e profissionalizado &#8211; cenário confirmado pelos dados do projeto Educampo, que monitora o desempenho de centenas de fazendas cooperadas e parceiras em todo o país.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14140" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cooperabaete-carta-diretoria.jpg" alt="" width="798" height="733" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cooperabaete-carta-diretoria.jpg 798w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cooperabaete-carta-diretoria-300x276.jpg 300w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cooperabaete-carta-diretoria-768x705.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 798px) 100vw, 798px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-14141" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cooperabaete-carta-diretoria-2.jpg" alt="" width="697" height="590" srcset="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cooperabaete-carta-diretoria-2.jpg 697w, https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cooperabaete-carta-diretoria-2-300x254.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 697px) 100vw, 697px" /></p>
<p><strong>Cenário nacional e internacional</strong><br />
(com base na Nota de Conjuntura da Embrapa Leite, setembro de 2025)</p>
<p>De acordo com a Embrapa Gado de Leite, a produção global segue em crescimento, com destaque para Estados Unidos, Europa e América do Sul. No segundo semestre, o aumento sazonal da produção no Hemisfério Sul<br />
tem exercido pressão sobre os preços internacionais, e o leite em pó integral foi cotado a US$ 3.790 por tonelada no último leilão GDT.</p>
<p>No Brasil, as importações de lácteos caíram cerca de 6% entre janeiro e agosto, enquanto a produção nacional inspecionada cresceu 9,3% no segundo trimestre de 2025 &#8211; o décimo trimestre consecutivo de alta. O país atingiu recorde histórico de 26,1 bilhões de litros no acumulado de 12 meses, resultado que demonstra o vigor do setor, mas que também aumenta a oferta interna e pressiona as cotações.</p>
<p>O preço médio pago ao produtor começou o ano em bom patamar, mas apresenta queda desde abril, em plena entressafra, indicando que a demanda não acompanhou o ritmo da produção. Ainda assim, o cenário é menos adverso que o de 2023, quando as margens foram muito estreitas e houve forte desvalorização do leite.</p>
<p>O contexto de custos permanece favorável, com milho e soja em níveis mais baixos e boa oferta de grãos no mercado. No entanto, fatores como o crédito rural limitado, o risco de alta nos fertilizantes &#8211; já que o Brasil depende da Rússia para cerca de 27% das importações &#8211; e as taxas de juros ainda elevadas exigem atenção.</p>
<p>Do ponto de vista macroeconômico, o Boletim Focus do Banco Central projeta crescimento do PIB de 2,16% em 2025 e 1,80% em 2026, sinalizando um ritmo mais lento da economia e possível contenção do consumo.<br />
No cenário externo, a instabilidade política da Argentina e as negociações comerciais entre Estados Unidos e China podem afetar o mercado brasileiro de lácteos e outras commodities, recomendando prudência nas decisões de investimento e endividamento.</p>
<p>Reflexão final A pecuária leiteira brasileira vive um momento de consolidação tecnológica e produtiva, mas o ambiente atual reforça a importância da gestão eficiente, do controle de custos e da visão cooperativista. A Cooperabaeté segue comprometida em apoiar o produtor com informação técnica, inovação e segurança econômica, fortalecendo o leite como um vetor de desenvolvimento sustentável para toda a região.</p>
<p>Fontes: CILeite / Embrapa Gado de Leite – Nota de Conjuntura, set 2025; Relatório Analítico Educampo 2025 – Cooperabaeté.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12889 alignleft" src="https://cooperabaete.com.br/wp-content/uploads/2024/02/rogerio-lage.png" alt="" width="227" height="234" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Por: Rogério Lage de Oliveira, presidente da Cooperabaeté</strong></p>
<p><strong>Postador por: Renato Alves</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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